
Periodicamente precisamos auto-avaliar nossos sucessos, os nossos desacertos e aquilo que estará em “stand-by” para os próximos meses ou anos.
Com os nossos sucessos aprendemos a ter mais confiança e a gostarmos mais de nós mesmos.
Com os nossos desacertos aprendemos que desistir seria fracassar e que os limites estão aí para serem superados.
Com os nossos “stand-by” aprendemos que os nossos propósitos precisam ser pensados com grandeza, mas a sua implementação depende da miudeza de muitos detalhes que nem sempre depende de nós apenas.
Entretanto, não basta aprendermos sempre para que nossos projetos sejam alavancados e sejamos bem sucedidos e felizes no próximo e nos próximos anos.
Antes de aprender novas coisas convido você a desaprender muitas outras que, talvez, pelo caminho tenham sido erroneamente incorporadas a sua maneira de pensar, sentir e agir em relação às pessoas e a si próprio.
Seguem, a título de exemplo, pistas que podem servir de referência para o seu processo de desaprendizagem, que apresento em dez atos:
Ato 1:
Desaprenda que o passado terminou ontem;
que o presente se repetirá amanhã;
que o futuro pode ficar para depois;
que o nada é apenas o contrário de tudo.
Ato 2:
Desaprenda que a criança não tem experiência;
que o jovem não tem vivência;
que o adulto não tem paciência;
que o velho não tem carência.
Ato 3:
Desaprenda que o gênio não tem demência;
que o ignorante não tem ciência;
que o atencioso não tem ausência;
que a distância não tem querência.
Ato 4:
Desaprenda que só existe uma montanha;
que só existe uma escalada;
que só existe uma carreira;
que só existe a chance dada.
Ato 5:
Desaprenda que você é totalmente normal;
que o mar é só água e sal;
que o outro é o seu igual;
que a rotina é sempre mortal.
Ato 6:
Desaprenda que a vida começa sempre antes;
que a morte só vem depois;
que para vencer basta apenas lutar;
que para ter sucesso é preciso sempre ganhar.
Ato 7:
Desaprenda que você não tem medo;
que o competente não pode falhar;
que só existem recaídas;
que só existe uma saída.
Ato 8:
Desaprenda que aprender é só uma lição;
que crescer não é um ato de destruição;
que a palavra suave não é correção;
que a palavra firme não inclui o perdão.
Ato 9:
Desaprenda que a sua origem é o seu destino;
que o caminhada é apenas uma soma de passos;
que a sua meta é uma reta sem atalhos;
que os bons frutos só se saboreiam nos altos galhos.
Ato 10:
Desaprenda que o futuro está a sua frente;
que o passado ficou para trás;
pois o futuro está atrás: você não vê;
pois o passado está a sua frente: você viveu! Você vê!
Com os nossos sucessos aprendemos a ter mais confiança e a gostarmos mais de nós mesmos.
Com os nossos desacertos aprendemos que desistir seria fracassar e que os limites estão aí para serem superados.
Com os nossos “stand-by” aprendemos que os nossos propósitos precisam ser pensados com grandeza, mas a sua implementação depende da miudeza de muitos detalhes que nem sempre depende de nós apenas.
Entretanto, não basta aprendermos sempre para que nossos projetos sejam alavancados e sejamos bem sucedidos e felizes no próximo e nos próximos anos.
Antes de aprender novas coisas convido você a desaprender muitas outras que, talvez, pelo caminho tenham sido erroneamente incorporadas a sua maneira de pensar, sentir e agir em relação às pessoas e a si próprio.
Seguem, a título de exemplo, pistas que podem servir de referência para o seu processo de desaprendizagem, que apresento em dez atos:
Ato 1:
Desaprenda que o passado terminou ontem;
que o presente se repetirá amanhã;
que o futuro pode ficar para depois;
que o nada é apenas o contrário de tudo.
Ato 2:
Desaprenda que a criança não tem experiência;
que o jovem não tem vivência;
que o adulto não tem paciência;
que o velho não tem carência.
Ato 3:
Desaprenda que o gênio não tem demência;
que o ignorante não tem ciência;
que o atencioso não tem ausência;
que a distância não tem querência.
Ato 4:
Desaprenda que só existe uma montanha;
que só existe uma escalada;
que só existe uma carreira;
que só existe a chance dada.
Ato 5:
Desaprenda que você é totalmente normal;
que o mar é só água e sal;
que o outro é o seu igual;
que a rotina é sempre mortal.
Ato 6:
Desaprenda que a vida começa sempre antes;
que a morte só vem depois;
que para vencer basta apenas lutar;
que para ter sucesso é preciso sempre ganhar.
Ato 7:
Desaprenda que você não tem medo;
que o competente não pode falhar;
que só existem recaídas;
que só existe uma saída.
Ato 8:
Desaprenda que aprender é só uma lição;
que crescer não é um ato de destruição;
que a palavra suave não é correção;
que a palavra firme não inclui o perdão.
Ato 9:
Desaprenda que a sua origem é o seu destino;
que o caminhada é apenas uma soma de passos;
que a sua meta é uma reta sem atalhos;
que os bons frutos só se saboreiam nos altos galhos.
Ato 10:
Desaprenda que o futuro está a sua frente;
que o passado ficou para trás;
pois o futuro está atrás: você não vê;
pois o passado está a sua frente: você viveu! Você vê!

parabens,assim como eu muita gente vai se reencontrar com esse seu trabalho maravilhoso
ResponderExcluirDandan, o poeta Vinicius de Moraes disse que " a vida é a arte do encontro, embora haja tantos desencontros pela vida". Parafraseando o poeta diria que " a vida é a arte do reencontro embora haja tantas distâncias pela vida".
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